Atividade física e saúde tratados de forma simples e irreverente

Frase da semana: "Obstáculos são aqueles perigos que você vê quando tira os olhos de seu objetivo."
( Henry Ford )


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domingo, 24 de maio de 2009

A lei antifumo pode forçar pessoas a deixar de fumar?

Eu estava lendo várias reportagens sobre esta lei. Uma cita que o governo irá incentivar as pessoas a denunciarem fumantes e uma delas indaga justamente o que diz o título deste post: a lei antifumo pode ampliar busca por tratamento do vício?


Antes de mais nada é importante todos nós (fumantes ou não) conhecermos mais sobre esta lei:


Fonte imagens: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u547934.shtml

O que você pensa de tudo isso?

  1. É falta de respeito do fumante que fuma em ambientes fechados para com o não-fumante?
  2. Será que em cidades interioranas terão fiscalização para essa lei?
  3. Ocorrerá de alguns fumantes serem forçados a largarem o vício?

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terça-feira, 19 de maio de 2009

Suplementos vitamínicos são realmente necessários?

Hoje em dia muitos tentam resolver diversos problemas relacionados à saúde com "pílulas mágicas", como vemos aos montes em comerciais na televisão e por aqui, na internet.


Mas vamos falar um pouco sobre uma dessas pílulas: os suplementos vitamínicos.

Muitos utilizam quando não tem uma dieta nutritiva, ou porque praticam atividades físicas e não acham suficiente o que comem para renderem bem em seus treinos, para prevenir e tratar diversas doenças... A visão de que não ocorrerá nenhuma reação adversa, ou não é necessário consultar um médico ou nutricionista para avaliar a real necessidade do uso de um multivitamínico é algo comum na sociedade.

Na bula da maioria destes multivitamínicos diz que são indicados em dietas restritivas ou inadequadas, e estados de desnutrição. Você vai me dizer: mas me alimento mal, só como "fast-foods", não como salada, legumes... aí seria uma boa usar um multivitamínico para compensar não? A resposta: depende do caso e principalmente de uma avaliação médica ou nutricional para afirmar isso.

Outro questionamento que muitos tem para não se preocuparem em procurar orientação profissional: mas vitaminas não fazem mal, pois nosso organismo precisa delas para um bom funcionamento! Porque então tenho que ir ao médico ou em um nutricionista para isso? Garanto que tal pensamento é errado!

O excesso de vitaminas pode sim causar diversos problemas de saúde (veja aqui, aqui, aqui, aqui)! E atrapalham também na absorção de outros nutrientes (veja aqui e aqui)!

Sei que é tentador um comprimido que possa nos trazer tantos benefícios à nossa saúde. Eu mesmo já cai nesta tentação. Muitas propagandas de produtos do gênero e os próprios produtos nas prateleiras das farmácias vendem isso. Parece uma solução tão simples para melhorarmos a nossa saúde, e ainda de fácil acesso (não necessita de receita médica para comprar).

Mas o melhor para nós neste caso é consultarmos um médico e/ou nutricionista para uma avaliação da nossa real necessidade de nutrientes através de exames laboratoriais, para aí sim prescreverem o que realmente nosso corpo necessita.

As vezes uma adequação não muito radical em sua dieta será muito mais saudável, trazendo também benefícios para quem tem problemas com a balança!

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domingo, 11 de novembro de 2007

A fonte da juventude existe?

Acredito que a maioria dos leitores deste blog variam de adolescentes aos adultos na faixa de 40-50 anos. Alguns já devem ter parado para pensar: como vou envelhecer? Serei um velho rabugento? Serei uma pessoa que dependerá dos outros para fazer as coisas, tamanha será as minhas limitações físicas/fisiológicas/mentais?

Muito tem se discutido como envelhecer com saúde. Muitos buscam a fonte da juventude. Existem vários produtos que prometem um envelhecimento mais saudável. Nenhum que tenha uma comprovação científica válida de sua eficácia.

Chegar na terceira idade, atualmente classificada por questões de preconceito perante a sociedade como "melhor idade" (para quem quiser se aprofundar na questão do preconceito leia a entrevista da psicóloga Anita Liberalesso Neri), com saúde é algo cada vez mais possível e ao nosso alcance.

Existem vários fatores que influem positivamente para vivermos melhor quando idosos (e porque não quanto adultos?). É o que cita uma reportagem da Veja on-line.


Como você quer viver na terceira idade?


Um dos fatores é a prática de exercícios físicos, prática a qual vem a modificar positivamente vários destes fatores na busca de um estilo de vida saudável.

Segundo Matsudo; Matsudo (1992):

"As atividades físicas mais recomendadas säo as atividades aeróbicas de baixo impacto (caminhar, nataçäo, ciclismo, hidroginástica), que estäo associadas com menor risco de lesöes. Fundamental incrementar a força muscular, já que sua perda é associada com instabilidade, quedas, incapacidade funcional e perda de massa óssea. Bem orientado, um programa de treinamento muscular adequado traz grandes benefícios para o idoso."


Devemos começar a nos cuidar desde já, modificando nosso estilo de vida e adquirindo hábitos saudáveis. E isso é possível! Procure um profissional formado em Educação Física e pratique a atividade física que melhor lhe agradar, de acordo com seus objetivos, não esquecendo de passar pelo médico para avaliar sua saúde.

A fonte da juventude existe? Sim! E para utilizá-la só depende de você!

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quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Medicina "Express"?


O que fazemos doentes? Vamos ao médico certo? Bom, alguns vão à farmácia e praticam a auto-medicação, mas o correto em caso de sentirmos qualquer anormalidade com a nossa saúde é procurarmos um médico para avaliar melhor a situação.


Mas quando entramos na sala do médico para sermos consultados, algumas vezes nos surpreendemos com a rapidez da consulta. Alguns praticamente nem olham para o paciente, e logo emitem vários pedidos de exame a serem realizados, quando em muitos casos um exame mais apurado feito pelo próprio médico na consulta eliminaria pelo menos a quantidade de exames complementares em alguns casos.

Mas o porque que muitos médicos agem com tanta cautela? Segundo o Dr. Alessandro Loiola, colunista da BR Press:

"A falta de raciocínio e a pressa em examinar o doente também respondem por uma parcela enorme do que se habituou chamar 'medicina defensiva'."

Medicina defensiva? Mas o que seria isso? Segundo a jurista Giorgia Bach Malacarne:

"Refere-se à conduta dos profissionais da área da saúde com o objetivo de reduzir os riscos de processos judiciais decorrentes do exercício profissional."

Esta prática gerou até a criação de um guia para os médicos.

Em suma, não vejo com maus olhos esse cuidado excessivo dos médicos em pedir exames. Muitas vezes é melhor pecar pelo excesso de cuidado do que pela negligência. Eu mesmo sempre peço aos meus alunos que passem por uma consulta médica para que eu possa tomar os devidos cuidados na prescrição dos exercícios, caso a pessoa tenha alguma restrição com relação à sua saúde, para que a mesma obtenha benefícios com a prática de atividade física, e não o inverso.

Mas que esta prática tem prejudicado cada vez mais o
humanismo no atendimento, fazendo com que muitos médicos não realizem uma avaliação mais apurada, procurando conversar e observar mais o paciente, isso é fato em alguns casos.

Quem tem convênio médico muitas vezes nem reclama ter que fazer tantos exames. Pelo contrário até acham que tal atitude demonstra cuidado dos médicos.

E os milhões de brasileiros que dependem do SUS? Se a pessoa tem uma doença que por vezes pode ser diagnosticada por um exame mais apurado pelo próprio médico e o mesmo resolve que para ele dar um prognóstico ela terá que realizar alguns exames? Esta pessoa tem 2 opções: ou espera a fila do SUS para realizar os exames (que pode demorar meses ou anos), ou espera um milagre divino acontecer em sua saúde e não precisar mais do tratamento...

Sinto saudades do meu tio... um verdadeiro médico! Era muito querido por todos! Tratava seus pacientes como seres humanos, e não simplesmente como mais um paciente. Conseguiu diagnosticar uma pneumonia em mim apenas auscultando meu pulmão... nem precisou de raio x.


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terça-feira, 6 de novembro de 2007

Do uso (ir)racional dos anabolizantes em academias e atletas

Como sempre eu procuro informações valiosas que se referem à nossa saúde para compartilhar com meus alunos e com vocês, caros leitores. Nas minhas idas diárias aos sites de notícias me deparo com mais uma bela entrevista do Dr. Drauzio Varella.

Tenho que admitir que ele é um profissional da área da saúde em que me espelho. Porque? Simplesmente porque ele procura tratar de assuntos polêmicos de nossa área da forma mais simples possível. A única diferença é que ele ganha dinheiro para isso (e muito) e eu não (por enquanto... ^^).

A entrevista em questão é sobre o abuso no uso dos anabolizantes. Coincidência é hoje nos noticiários ver que a nadadora Rebeca Gusmão pode ser banida do esporte por uso de testosterona. Ela alega em entrevista ao Globo Esporte de ontem (06/11) que o organismo dela produz "naturalmente" testosterona, por isso da exagerada massa muscular dela. Então porque ela, já sabendo deste "fenômeno" que ocorre no organismo dela, já não se antecipou a possíveis acusações de dopping e realizou exames comprovando o que afirma? Estranho... Se observarem a comparação das mudanças físicas da atleta mostradas na mesma reportagem fica claro o aumento exagerado de massa muscular. Mais coincidência ou não, a pouco mais de 2 meses atrás a mesma atleta passou mal após competir em uma prova de 50 m do Troféu José Finkel.

Será que vale mesmo a pena todo esse risco em busca do melhor resultado em competições e em busca do corpo perfeito?

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segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Pílula "anti-barriga" existe?

Pesadelo de milhões de pessoas em todo o mundo, o acúmulo de gordura localizada na região abdominal é considerado um risco de desenvolvimento de doenças coronarianas.

Diversos são os caminhos para ir na contra-mão da obesidade: prática de exercícios físicos e uma boa alimentação é a "dupla dinânica" mais utilizada. Diversos estudos com relação aos benefícios da prática de atividades físicas e aspectos alimentares embasam esta afirmativa.

Mas muitas pessoas não tem sucesso com esta combinação e acabam recorrendo a auxílios farmacológicos. A mais nova "arma" contra a obesidade é o rimonabanto, que tem como nome comercial "Acomplia".

Mas como funciona este medicamento? Segundo o médico endocrinologista Geraldo Medeiros:

"O Rimonabanto age na fome central (isto é, a fome natural) e também na gordura periférica, principalmente abdominal. Quando o Rimonabanto se liga a este receptor na célula adiposa aumenta a "queima" de gordura através de outras substâncias químicas naturais do nosso corpo.

Este novo produto promove uma relativa queda da fome, favorece a saciedade e induz maior queima de gordura principalmente aquela mais perigosa – a gordura abdominal visceral. Este efeito, contudo, pode ser potencializado com uma orientação dietética adequada."


Mas como citou o médico endocrinologista Flávio Madruga:

"O medicamento é indicado em casos reais de excesso de gordura abdominal e não deve ser usada como simples recurso estético."


Então o melhor a se fazer em casos de obesidade, ou mesmo um acúmulo de gorduras localizadas é procurar aliar a "dupla dinâmica" com o devido acompanhamento de profissionais da área de Educação Física e Nutrição. E se mesmo assim você não estiver obtendo resultados desejáveis, procure um médico endocrinologista e/ou um psicólogo.

Leia mais a respeito sobre Remédios para emagrecer neste blog!


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sábado, 27 de outubro de 2007

Remédios para emagrecer

Entrevista que o Dr. Drauzio Varella realiza com o Dr. Márcio Mancini, de suma importância para o melhor entendimento para os interessados no tema em discussão.




Dr. Márcio Mancini é médico endocrinologista, membro do Departamento de Endocrinologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo e da ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade).







A obesidade tem-se tornado um problema cada vez mais sério de saúde, não apenas nos países desenvolvidos com fartura de alimentos, mas também nos países pobres. Para dar uma idéia grosseira da dimensão do que está acontecendo na cidade de São Paulo, pesquisa da Secretaria de Saúde publicada recentemente mostrou que, nos últimos quatorze anos, dobrou o número de homens obesos e aumentou em 65% o de mulheres obesas.
A obesidade traz consigo uma série de distúrbios clínicos, às vezes, muito graves. D
iabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e osteoarticulares, além de diversos tipos de câncer, são alguns deles. Para evitá-los, o ideal seria que nos alimentássemos com parcimônia e adotássemos um programa regular de atividade física, mas as exigências da vida moderna acenam no sentido oposto: estamos cada vez mais sedentários e contando com maior disponibilidade de alimentos.
Quando a pessoa não consegue perder peso às custas de mudanças no estilo de vida e do controle alimentar, o uso de alguns medicamentos pode ser recomendado. No entanto, eles devem ser prescritos por médicos capazes de avaliar a relação risco-benefício, uma vez que a tolerância a essas drogas varia muito.


Ação dos medicamentos


Drauzio
Como agem os remédios usados para emagrecer?
Márcio Mancini – Os remédios podem auxiliar no emagrecimento de três maneiras:
ajudando o indivíduo a comer menos, aumentando o gasto calórico ou diminuindo a absorção de nutrientes. Atualmente, podemos encontrar no mercado remédios que diminuem o apetite, os anorexígenos, e remédios que aumentam a saciedade, o que parece a mesma coisa, mas não é. Anfepramona, femproporex, mazindol são exemplos dos anorexígenos; a sibutramina, dos que interferem na saciedade. Já o orlistat diminui a absorção de gordura e age somente nos intestinos. Embora os anorexígenos tenham pequena ação sobre o aumento de gasto calórico, não existe ainda nenhum medicamento que tenha especificamente esse efeito.

DrauzioO orlistat não permite que a gordura que comemos seja absorvida pelo organismo?
Márcio Mancini – Ele faz com que 1/3 da gordura que está nos alimentos seja eliminada pelas fezes. Os outros 2/3 são absorvidos normalmente.

Drauzio Você se referiu a remédios que tiram a fome, os anorexígenos, e a remé
dios que aumentam a saciedade, os sacietógenos, e disse que há uma diferença conceitual entre um e outro. Qual é essa diferença?
Márcio Mancini – Fome é uma sensação que precede o ato de comer; a saciedade ocorre à medida que nos alimentamos. Remédios que tiram a fome podem fazer com que a pessoa nem comece a comer, pule refeições e não é isso que se deseja.
Remédios que aumentam a saciedade não interferem na fome nem na vontade de comer, mas fazem com que o indivíduo não consiga chegar ao final do prato, porque se sente saciado mais precocemente.

DrauzioNo tratamento da obesidade, podemos contar com remédios que tiram o apetite, com remédios que estimulam a saciedade e com os que diminuem a absorção dos nutrientes. Na prática, porém, ainda não estão disponíveis remédios eficazes para aument
ar o gasto calórico. Se pensarmos bem, temos poucas armas para tratar de uma doença tão grave quanto a obesidade?
Márcio Mancini – São essas as armas farmacológicas de que dispomos para tratamento dos obesos e, mesmo tomando esses remédios, nem sempre eles respondem como se desejava. O tratamento da obesidade requer também a correção de certos hábitos (o sedentarismo, por exemplo) e a escolha dos alimentos adequados. Há quem tome os remédios, coma pouco e não emagreça porque não eliminou frituras e outros alimentos calóricos da dieta. Na adianta prescrever remédios sem o suporte da orientação nutricional adequada e do aumento da atividade física.


Indicação clínica


Drauzio
Quando os medicamentos contra a obesidade têm indicação clínica?

Márcio Mancini – Considera-se que um indivíduo é portador de uma doença chamada obesidade, quando seu índice de massa corporal (IMC) é superior a 30. Entretanto, como em qualquer área da medicina – e isso vale para a obesidade também -, é sempre preferível tratar sem recorrer ao uso de medicamentos.

Drauzio IMC de 18,5 a 24,9 é considerado normal. Entre 25 e 29,9, indica sobrepeso; de 30 a 34,9, obesidade grau 1; de 35 a 39,9, obesidade grau 2 e acima de 40, obesidade grave ou grau 3. Você poderia lembrar como se obtém o índice de massa corporal?
Márcio Mancini – Para obter o IMC (índice de massa corporal), divide-se o peso em quilos pela altura elevada ao quadrado. Existe outra maneira de chegar a esse dado: divide-se
o peso pela altura e o resultado obtido divide-se novamente pela altura.
Por exemplo: um indivíduo de 1,70m com 70kg tem IMC igual a 24,2 e está dentro da faixa de normalidade; com 75kg (IMC=26), estará com sobrepeso e, com 88kg (IMC = 30,5), será considerado obeso grau 1.

Drauzio – Remédios para emagrecer só têm indicação para pessoas com IMC acima de 30 ou podem ser prescritos também quando as pessoas se enquandram na faixa do sobrepeso?
Márcio Mancini –Remédios para emagrecer só devem ser indicados nos casos de obesidade e quando a tentativa de corrigir os hábitos alimentares e aumentar a atividade física sem tratamento farmacológico não deu resultado, pois alguns medicamentos podem apresentar efeitos colaterais indesejáveis.
Eles não devem ser prescritos para pessoas com dois ou três quilos a mais, quando o problema é meramente estético e pode ser corrigido por pequena alteração nos hábitos do dia-a-dia. No entanto, podem ser indicados se houver alguma doença associada ao sobrepeso que vai melho
rar com a perda de peso.


Efeitos adversos


Drauzio Quais são os efeitos indesejáveis dos remédios para emagrecer?
Márcio Mancini - O grupo de anorexígenos (anfepramona, femproporex e mazindol) provoca mais ou menos os mesmos efeitos colaterais. São efeitos decorrentes do estímulo do sistema nervoso central - irritação, insônia ou sono superficial, tremores – ou do estímulo
do sistema cardiovascular: hipertensão e taquicardia, por exemplo.
Às vezes, algumas pessoas manifestam irritabilidade e depressão, ou alternam períodos de em que se sentem estimuladas e deprimidas, mas isso não é comum se forem observadas as doses convencionais dos medicamentos.

Drauzio Esses remédios induzem dependência?
Márcio Mancini – Na prática clínica, não é comum encontrar casos de dependência ligados ao uso desses medicamentos, mas ela pode ocorrer. Alguns pacientes criam tolerância aos anorexígenos e aumentam progressivamente as doses de tal forma que chegam a triplicar a dose máxima preconizada para o remédio.
No entanto, o fato de a pessoa que emagreceu querer continuar tomando determinada fórmula para permanecer com peso baixo não pode ser encarado como sinal de dependência.

Drauzio Qual são os efeitos adversos dos remédios que agem no centro de saciedade?
Márcio Mancini – Os sacietógenos, isto é, os remédios que agem no centro de saciedade e são representados pela sibutramina, têm efeitos colaterais que lembram os dos anorexígenos, mas bem mais suaves. Algumas pessoas apresentam sono superficial e sentem um pouco de agitação, mas a irritabilidade não é um sintoma freqüente. Não se observa também aumento da pressão arterial quando o medicamento, associado à dieta correta, induz a perda de peso. Em geral, esses medicamentos ajudam os hipertensos a perder peso, o que faz abaixar a pressão.
Além da sibutramina, antidepressivos como a fluoxetina e a sertralina agem sobre a saciedade. Todavia, eles não são considerados remédios contra a obesidade, porque o efeito benéfico para a perda de peso desaparece após os seis primeiros meses de uso dos medicamentos. Todavia, em casos selecionados, quando o indivíduo apresenta depressão ou compulsão ligada à depressão, esses antidepressivos podem ser úteis para aumentar a sensação de saciedade.

Drauzio Você poderia falar sobre os efeitos colaterais dos remédios que diminuem a absorção de gorduras?
Márcio Mancini – O orlistat é um medicamento que não é absorvido pelo organismo. Seu único efeito colateral é inerente à própria ação do remédio, ou seja, à perda de gordura pelas fezes. Se ingerir alimento com alto teor de gordura, o paciente terá uma diarréia muito forte porque o orlistat diminui a consistência das fezes.
Na verdade, esse remédio deve ser associado a uma dieta pobre em gorduras. Tomado nas refeições, faz com que a pessoa elimine gotas de gordura a cada evacuação, o que representará perda de peso no final do mês.


Fórmulas


Drauzio
Muitas prescrições de medicamentos para emagrecer são formulações que associam várias substâncias: femproporex para reduzir o apetite, furosemida que é um diurético, remédios para ativar o funcionamento da tireóide e para aumentar a saciedade, laxantes. Como a medicina vê essas fórmulas?
Márcio Mancini – Às vezes, essas fórmulas incluem propranolol, porque a pessoa pode ter taquicardia, e potássio para repor o que perde por estar tomando diurético. Na realidade, há formulações que chegam a associar 15, 20, 30 itens diferentes.
A medicina é totalmente contrária a esse tipo de abordagem e a Anvisa proíbe a associação de medicamentos numa única cápsula. Infelizmente, muitos médicos descobriram uma estratégia que permite driblar esse regulamento: fazem três ou quatro receitas diferentes, embora a prescrição simultânea também seja proibida pela Anvisa.

Drauzio Você poderia explicar a ação das substâncias que compõem essas fórmulas?
Márcio Mancini - Na verdade, nem se conhece direito o que a associação desses medicamentos pode provocar no organismo. O furosemida, por exemplo, é indicado para pessoas com uma síndrome que justifique o inchaço, e a perda de peso que acarreta é falsa, porque o indivíduo perde água e não gordura. O hormônio da tireóide pode aumentar a queima de massa gorda, mas também queima massa magra, músculos e, a longo prazo, pode levar à perda de massa óssea. O exame de densitometria de mulheres que tomaram hormônios para tireóide durante anos para emagrecer revelou perda óssea muito maior do que o aceitável para a idade. Além disso, associação de hormônio para tireóide e anorexígenos aumenta a probabilidade da ocorrência de taquicardia e arritmias cardíacas. O hormônio para tireóide só deve ser prescrito nos casos de hipotireoidismo, via de regra, sob a forma de medicamentos fabricados por laboratórios e vendidos nas drogarias.
Resumindo: não se considera boa prática da medicina a associação simultânea desses medicamentos, assim como não é boa prática associar dois anorexígenos, mesmo que tomados em horários diferentes, o femproporex à tarde e a anfepramona de manhã, por exemplo.

DrauzioUm conceito popular atribui o ganho de peso à tireóide preguiçosa, que funciona devagar, embora raramente a obesidade possa ser explicada pelo mau funcionamento da tireóide. De onde vem essa noção?
Márcio Mancini – Um dos sintomas do hipotireoidismo é o ganho de peso que pode ser explicado pela formação de um edema característico dessa doença, o mixedema. Em geral, o ganho se limita a 3kg, 4kg, 5kg no máximo e reverte com o tratamento.
Como o endocrinologista trata de pessoas com problemas na tireóide e de pessoas que querem emagrecer, antigamente, o hormônio da tireóide era utilizado nos dois casos. Para ter uma idéia, quando fiz residência médica, há quinze anos, obesidade não era um tema discutido em aula e o tratamento era feito com formulações que incluíam o hormônio da tireóide. Daquela época para cá, essa área da medicina desenvolveu muito, inúmeras teses científicas foram publicadas e o hormônio da tireóide foi retirado das prescrições porque podia causar mais mal do que bem ao indivíduo com funcionamento normal da tireóide, que queria emagrecer.

Drauzio Tive a oportunidade de ver dois ou três casos de meninas que, na ânsia de emagrecer, tomaram formulações em doses elevadas, não sei se por dependência química ou por vontade de perder mais peso. Esse pacote de medicamentos induziu um hipertireoidismo gravíssimo que levou à perda de musculatura e as deixou esqueléticas. Como você vê, a longo prazo, as conseqüências de tomar tantos remédios ao mesmo tempo?
Márcio Mancini – É uma coisa extremamente perigosa que coloca em risco a vida da pessoa. Muitas vezes, recebemos pacientes com nível de potássio baixo no sangue, com taquicardia grave e meninas com IMC inferior a 18,5 que querem tomar essas formulações para perderem mais peso ainda.

Drauzio - E pensar que, na maioria das vezes, essas formulações são prescritas por médicos...
Márcio Mancini – São prescritas por médicos, muitas vezes, depois de uma avaliação superficial do paciente. Temos notícia de clínicas populares em que os médicos atendem as pessoas em poucos minutos, não levantam direito seu histórico, não as examinam corretamente, não pedem exames complementares e emitem receitas sem nenhum critério para a escolha das substâncias que compõem as fórmulas. O paciente não sabe que está tomando vários medicamentos numa única cápsula, nem quais são seus efeitos colaterais, nem por quanto tempo o tratamento deve ser mantido.

Drauzio Por quanto tempo o tratamento para a obesidade com medicamentos escolhidos segundo critérios científicos pode ser mantido?
Márcio Mancini – Esse ainda é um tema controverso, motivo de muita discussão nos congressos internacionais. Na bula dos anorexígenos, está escrito que o medicamento deve ser tomado por poucas semanas, no máximo, por três meses. A obesidade, porém, é uma doença como diabetes e hipertensão, que recidiva se o tratamento for suspenso, porque o paciente não consegue manter os mesmos hábitos sem os medicamentos. Por isso, é intensa a busca de agentes farmacológicos que possam ser utilizados por longos períodos e ajudem a manter o novo peso (perda de 10% é considerada muito útil para a saúde como um todo).
Dentre os remédios para emagrecer, apenas têm acompanhamento de uso contínuo mostrando segurança a sibutramina (dois anos) e o orlistat (quatro anos). Se o paciente não se adaptou bem a esses dois medicamentos, mas teve boa resposta ao fremporex ou ao mazindol, pode utilizá-los por mais tempo desde que seja acompanhado de perto pelo médico e não tenha manifestado efeitos colaterais.
Portanto, a tendência atual é indicar o tratamento com uma droga única (e não com associação de medicamentos) por um período maior de tempo, como acontece nos casos de hipertensão, diabetes ou colesterol elevado e para evitar que o paciente recupere o peso, desde que o acompanhamento médico não seja interrompido.

Site
www.abeso.org.br


Fonte: http://drauziovarella.ig.com.br/entrevistas/remedioemagrecer4.asp

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Ciência como não deve ser

por Rogério Tuma

Propaganda sem controle na internet alardeia falsas informações sobre produtos e engana o público leigo


Uma ONG baseada em Londres, chamada Sense About Science e formada por mais de 3 mil jovens cientistas que têm por objetivo levar a ciência útil para perto da população leiga, desmascarou uma série de empresas cujos produtos são anunciados na internet e que alardeiam uma série de vantagens mal explicadas.

Os pesquisadores Frank Swain e Alice Tuff utilizaram um parco recurso e o esforço de um grupo de 33 jovens cientistas que participam de fóruns na internet para esclarecer dúvidas de leigos em uma iniciativa intitulada VoYS – Voice of Young Science.
Esse grupo de colaboradores escolheu algumas das mais estranhas propagandas na internet e telefonou ou se serviu de e-mail para se comunicar com os responsáveis pelo produto anunciado e discutir o mecanismo de ação deles e a base científica que comprovasse a sua eficácia.

Os produtos escolhidos variaram de um CD que canalizava 34 mil ondas magnéticas homeopáticas do computador para o corpo do comprador a um spray que protegia o corpo contra radiação eletromagnética. Foram de polivitamínicos que potencializam a nossa energia a emplastros que absorvem as toxinas do corpo durante o sono. De um pingente que protege contra ondas eletromagnéticas externas e organiza o nosso próprio campo para um nível mais saudável até uma solução com íons negativos de oxigênio, cujas gotas tornariam qualquer líquido potável.

Ao todo foram 11 produtos. Os diálogos dos cientistas com os vendedores e representantes foram editados em um livreto de 16 páginas que inclui as perguntas feitas, as respostas obtidas e os comentários dos cientistas. A publicação é extremamente útil para aprendermos quais as perguntas que deveríamos fazer, mas nunca fazemos, ao ler a propaganda de um remédio novo.
Os diálogos são, no mínimo, hilários. Os atendentes, assim como os anúncios, utilizam termos técnicos nem sempre verdadeiros e que nunca fazem sentido. Muitas vezes os pesquisadores eram orientados a acessar no site do produto mais informações, mas que nunca eram de origem comprovada, ou a acessar o Wikipédia, ou o próprio Google para obter detalhes, nunca uma fonte científica séria. É como um deles respondeu: “Eu não tenho nada mais concreto...” que o website.

Uma das fábricas, a famosa Clarins, promoveu um produto que protegia as células da pele contra campos eletromagnéticos e até publicou um estudo, porém, feito em células fora do corpo humano. Mas não respondeu a nenhuma das perguntas da dra. Frances Downey, encarregada de investigar o artigo em questão. Posteriormente, a agência governamental que controla a propaganda nos Estados Unidos declarou que a Clarins não demonstrou que o seu produto era realmente eficaz. E, mais, que a propaganda feita induzia o público a acreditar que as ondas eletromagnéticas produzidas pelos produtos modernos lesavam a pele, algo que ainda está para ser provado.

Quando os pesquisadores conseguiam conversar com o desenvolvedor do produto, invariavelmente este parecia convencido de que o que anunciava era eficaz, mas invariavelmente também não possuía o background científico para explicar como ele funcionava, e com freqüência se utilizava de termos errôneos e falsos.

É comum entre esses estelionatários a argumentação da pressão que os grandes laboratórios exercem sobre a ciência e que o seu produto prefere ficar longe das revistas científicas para fugir do assédio desses poderosos. Isso dificulta a discussão de quem compra o produto com alguém tecnicamente apto a questioná-lo.

O mais revoltante é que os compradores desses produtos em geral são pessoas desesperadas, com doenças crônicas ou incuráveis, sem muita esperança na medicina científica e que ficam sujeitas a fazer qualquer coisa, mesmo que não tenha eficácia comprovada.
Depois de frustrantes e infrutíferas buscas de informação científica verdadeira e útil nos telefonemas, os pesquisadores concluíram que, primeiro, a falta de preparo e até o discurso malfeito dos atendentes indicam que ninguém faz perguntas ou questiona a verdadeira utilidade do produto anunciado, e, segundo, é uma obrigação civil dos cientistas caçarem as desinformações e mentiras e desmascará-las, pois se eles não o fizerem quem irá fazê-lo?

E declaram: “Estamos cheios de anúncios pseudocientíficos que brincam com o desespero de leigos e espalham frustração e desinformação. Isso deve ser considerado um erro mal-intencionado. Informações pseudocientíficas divulgadas ao público deveriam sofrer o mesmo rigor que estudos científicos sofrem para ser publicados. E todos os envolvidos devem ser desmascarados e legalmente responsabilizados”.


Voluntários podem mandar um e-mail para voys@senseaboutscience.org


Fonte: http://www.cartacapital.com.br/edicoes/467/ciencia-como-nao-deve-ser


A maioria dos produtos vendidos em canais de televisão e na internet relacionados à saúde prometem em sua maioria algo que não cumprem, ludibriando as pessoas e brincando com a saúde das mesmas.

Por isso na dúvida com relação a algum produto consulte um médico de sua confiança antes de se aventurar no desconhecido.

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terça-feira, 23 de outubro de 2007

Estudo revela que o brócolis ajuda a combater efeitos dos raios ultravioleta

Washington - O consumo de brócolis não só é bom para a saúde em geral, mas também combate os efeitos da radiação ultravioleta, revelou um estudo divulgado hoje pela revista "Proceedings of the National Academy of Sciences".

Cientistas da Universidade Johns Hopkins disseram que o extrato das sementes dessa verdura, chamado sulforafane, reduz o avermelhamento da pele e as lesões dérmicas ao aumentar a produção de enzimas que protegem as células da radiação.

Até agora se sabia que o brócolis tem um alto conteúdo de carboidratos, vitamina C, vitamina A, potássio, ácido fólico, cálcio e ferro, todos os quais ajudam a combater uma longa lista de doenças.

Também contém antioxidantes e fibras para impedir o aumento do colesterol e ajudam a regular o açúcar e a insulina no sangue.

O grupo de cientistas administrou o extrato a seis pessoas para provar diferentes doses em vários setores da pele expostos a radiação ultravioleta e compararam o estado de pele com regiões não tratadas.

Segundo indicaram, em suas doses mais altas, o extrato reduziu o avermelhamento e a inflamação em uma média de 37%, a qual variou de 8% a 78%, segundo a origem étnica dos participantes.

"Isto é importante, porque demonstra que (o extrato da semente de brócolis) tem bons resultados nos seres humanos", disse o doutor Paul Talalay, chefe do grupo, que lembrou que esses efeitos já tinham sido confirmados em animais.

Talalay acrescentou que o extrato pode proteger da radiação ultravioleta especialmente pessoas com problemas em seu sistema imunológico e que correm mais perigo de sofrer câncer de pele.

No entanto, o cientista esclareceu que não se lhe deve substituir pelos protetores solares que são os que impedem que a radiação penetre nas células da pele.


Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2007/10/22/estudo_revela_que_o_brocolis_ajuda_a_combater_efeitos_dos_raios_ultravioleta_1054837.html


Ótima descoberta, pois estamos vivendo em uma era que cada vez mais os efeitos dos raios solares são mais nocivos, devido a diminuição da camada de ozônio.

Mas como disse na reportagem, tal substância não substitui o uso de filtro solar para se proteger! E caso você esteja tendo problemas de pele que podem ter sido originado pela exposição aos raios solares, ou não saiba qual o fator de proteção adequado para o seu tipo de pele, não hesite em procurar um médico especializado em dermatologia.

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Privação do sono provoca distúrbio no cérebro

Washington - Quando uma pessoa não dorme o suficiente, os centros emocionais do cérebro reagem excessivamente às experiências negativas, segundo estudo publicado nesta semana na revista "Current Biology".

O estudo, dirigido por Matthew Walker do Laboratório de Sono e Neuroimagem da Universidade da Califórnia, mostra as provas do vínculo neural entre a perda ou privação do sono e os transtornos psiquiátricos.

A perda do sono leva a uma conduta emocionalmente irracional, segundo os pesquisadores. Por meio de imagens de ressonância magnética funcionais, eles analisaram o que ocorre nas áreas emocionais do cérebro quando as pessoas não dormem o suficiente para obter um bom descanso.

"O estudo soma elementos para uma lista de benefícios do sono", disse Walker. "O sono parece restaurar nossos circuitos emocionais no cérebro, e ao fazê-lo, nos prepara para os desafios do dia seguinte e para as interações sociais", acrescentou. "O mais importante desse estudo é que mostra os perigos de não dormir o suficiente".

Walker disse que a privação do sono destrói mecanismos que regulam aspectos chave da saúde mental. "O ponto básico é o de que o sono não é um luxo. É uma necessidade biológica e sem ele o indivíduo pode sofrer conseqüências cognitivas e emocionais".

Os pesquisadores dividiram, ao acaso, 26 pessoas saudáveis em dois grupos: um que dormiu normalmente, e outro onde os participantes foram mantidos acordados por cerca de 35 horas.

No dia seguinte, imagens dos cérebros dos participantes foram analisadas. As imagens mediam a atividade das diferentes áreas do cérebro com base no fluxo sangüíneo enquanto eles observavam uma centena de imagens.

As imagens utilizadas foram, inicialmente, neutras, de um ponto de vista emocional, mas gradualmente tornaram-se desagradáveis.

"Havíamos previsto um aumento potencial das reações emocionais do cérebro (nas pessoas privadas de sono), mas a magnitude do aumento nos surpreendeu", comentou Walker. Os centros emocionais do cérebro tiveram cerca de 60% mais reações no grupo privado de sono que nos participantes que tinham dormido normalmente.

"É quase como se, com a falta de sono, o cérebro ficasse com uma atividade mais primitiva, com menos capacidade de colocar as experiências emocionais dentro de um contexto e de produzir respostas apropriadas", acrescentou o pesquisador.


Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2007/10/22/privacao_do_sono_provoca_disturbio_no_cerebro_1054762.html


Em resumo, se você está encontrando dificuldades para dormir, procure entender o que está causando isso e procure o seu médico.

Lembrando que em diversos estudos relatam que a prática de exercícios físicos tem como adaptações a curto prazo uma melhora na qualidade do sono.

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domingo, 21 de outubro de 2007

Remédios contra impotência podem causar surdez, diz FDA

da France Presse, em Washington

O FDA (agência norte-americana que regula produtos alimentícios e farmacêuticos) lançou novas advertências a respeito de um possível risco de surdez súbita vinculado ao Viagra e a tratamentos similares contra a impotência sexual.

Os medicamentos Cialis e Levitra, também utilizados para impotência, devem modificar suas embalagens para alertar sobre este risco. O Revatio, remédio para tratamento da hipertensão pulmonar que contém as mesmas substâncias do Viagra, também foi incluído na lista do FDA.

Apesar de nenhuma causa ter sido ainda especificada para justificar a surdez, o forte vínculo observado entra a utilização destes medicamentos e uma súbita perda de audição em 29 casos nos Estados Unidos desde 1996 é o motivo alegado para a advertência, informou o órgão, em um comunicado divulgado na noite de quinta-feira (18).

"Dado que a surdez é geralmente atribuída ao envelhecimento, muitos pacientes talvez não tenham considerado a hipótese de abordar o problema com seu médico", acredita a médica Janet Woodcock, funcionária de alto escalão do FDA.

Os 29 casos observados mostram uma perda de audição em um dos ouvidos. Em um terço dos pacientes, a surdez foi temporária.

O FDA pede aos consumidores desses medicamentos que tenham sofrido uma súbita perda de audição que comuniquem o caso a seu médico e abandonem o tratamento.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u338188.shtml

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sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Produtos de limpeza 'podem causar asma', diz estudo

Usar produtos de limpeza uma vez por semana já aumentaria chances de asma.


Usar produtos de limpeza em casa uma vez por semana pode ser suficiente para aumentar suas chances de ter asma, segundo uma pesquisa espanhola publicada no American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.

Já há pesquisas ligando o uso constante desses produtos à asma desenvolvida no trabalho, mas o mais recente estudo diz que o uso em casa também é uma ameaça.

O risco de desenvolver a doença aumenta de acordo com a freqüencia da limpeza e o número de diferentes produtos usados.

Produtos para perfumar o ar, limpar móveis e vidros estão entre os que representam maior risco.

Exposição a produtos de limpeza poderia ser a causa de até 15% dos casos de asma - ou um em cada sete adultos - segundo o estudo.

Em média, o risco de desenvolver asma aumenta entre 30% e 50% em pessoas que usam regularmente esses produtos.

Os autores do estudo - do Instituto Municipal de Pesquisa Médica de Barcelona - dizem que há a possibilidade de que produtos contenham elementos específicos que provoquem a asma.

Victoria King, da organização britânica Asthma UK, disse que novas pesquisas serão necessárias, mas que "já se sabe que perfumadores de ar e água sanitária podem dar início aos sintomas em pessoas que já sofrem de asma".

Um porta-voz da Associação Britânica da Indústria de Produtos de Limpiza disse que ainda não foi comprovado que o uso de produtos de limpeza causa asma.


Fonte: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid64531,0.htm


Está aí um bom alerta para não exagerarmos na utilização desses produtos e para as pessoas que tem problemas respiratórios.

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Chega ao Brasil a Lipoescultura de Beverly Hills

Dr. Eduardo Sitnoveter trouxe para o Brasil a lipoescultura de Beverly Hills


Chega ao Brasil a Lipoescultura de Beverly Hills. Trazida e adaptada pelo Dr. Eduardo Sitnoveter, este método promete revolucionar a cirurgia plástica.

A Lipoescultura de Beverly Hills consiste num avanço da lipoaspiração, uma técnica pouco invasiva, sem pontos. As cânulas que aspiram a gordura são bem finas, o que reduz o trauma na pele. Não há cortes, apenas uma pequena picada na pele. A quantidade de gordura removida é igual a da lipoaspiração tradicional, porém a remoção é de forma suave e a velocidade da recuperação é bem mais rápida, sendo menos suscetível às complicações. Quase todos os pacientes podem voltar às atividades normais de 24 a 48 horas.

Criada pelo Dr. Alan Bittner, a Lipoescultura de Beverly Hills no Brasil sofreu algumas adaptações: "Nos Estados Unidos a lipo é realizada apenas com anestesia local e comprimidos de sedação e a infiltração da anestesia é realizada pelos orifícios das puncturas (picadas), por onde é aspirado. Aqui, quando o paciente quer, e a maioria deseja, o anestesista faz uma leve sedação e o paciente acaba não lembrando de nada. São feitos alguns orifícios com uma agulha, que não deixa marca, e por eles é infiltrada a anestesia", explica Dr. Eduardo.

Dr. Eduardo Sitnoveter especializou-se em Cirurgia Plástica no Serviço do Professor Ivo Pitanguy. Obteve Título de Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e é considerado Especialista em Cirurgia Plástica pelo Conselho Regional de Medicina (CREMERJ).


Fonte: http://minhanoticia.ig.com.br/materias/459001-459500/459161/459161_1.html



Acho muito válido o trabalho de um cirurgião plástico, principalmente em casos realmente necessários, como deformidades físicas ocasionadas em acidentes por exemplo.

Só que o que me chamou a atenção nesta matéria não foi a introdução ao Brasil desta nova técnica... já pensou eu, um profissional formado em Educação Física com a mesma forma física do nosso respeitável cirurgião, com aparente excesso de gordura localizada na região abdominal trabalhando em academias?

Por mais competente que um profissional seja nas áreas que envolvem a estética, se o mesmo não cuidar da sua acaba perdendo credibilidade. Porque como diz aquela velha frase "A primeira impressão é a que fica"...




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quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Butantã e Bill Gates vão desenvolver vacina contra dengue

Em tempo de epidemia, fundação do magnata e governo paulista fecham parceria para criar vacina nacional

Fernanda Aranda, do Jornal da Tarde


SÃO PAULO - Em tempos de aumento explosivo dos casos transmitidos pela picada do mosquito Aedes aegypti, o Brasil recebe a notícia de que até o empresário do mundo da informática Bill Gates vem reforçar o combate à dengue no País. Explica-se: no próximo dia 24, o Instituto Butantã e o governo de São Paulo vão fechar parceria com a fundação do magnata, para desenvolver a primeira vacina nacional contra a doença.


No encontro, os pesquisadores do Butantã vão firmar o acordo para que os primeiros testes da nova imunização comecem já em julho de 2008. A produção será totalmente nacional, mas além da Fundação Path - comandada por Bill Gates - participa do processo também o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. A Path, sediada em Seul, na Coréia, possui um departamento exclusivo para tratar do problema das doenças infecciosas em crianças e elegeu a dengue como uma prioridade de combate.


O Butantã já havia selado a parceria com o Instituto dos EUA no início do ano para o desenvolver uma vacina contra os quatro tipos de dengue existentes atualmente. Já foi identificado que a tecnologia necessária na produção é similar à aplicada nas vacinas contra raiva e rotavírus, que já são produzidas pelo instituto paulista. Não há previsão sobre quando a nova arma contra a dengue vá chegar à população.


Enquanto a vacina não chega, a Prefeitura começa hoje um programa para conter o aumento expressivo da dengue na Capital. Os 2.349 registros confirmados entre janeiro e o último dia 10 superam em 27% a soma de todos os casos registrados nos últimos cinco anos, já que entre 2002 e 2006 foram 1.707 notificações no total.


Serão 2.400 agentes sanitários municipais que vão sair às ruas fazer o chamado 'Arrastão do Bem'. Casas serão visitadas, piscinas e caixas d'águas vedadas e larvas do mosquito recolhidas.


Até os alunos das escolas municipais serão convocados para formar 'brigadas', responsáveis por passar as orientações sobre prevenção à comunidade. Uma outra medida é intensificar as ações em 2.400 ferros-velhos, borracharias e desmanches, onde os criadouros do mosquito são mais comuns.


O alarme sobre a dengue foi dado anteontem pelo Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que classificou a situação do Brasil como uma epidemia. No País, são 481.316 casos até setembro, 50% a mais do que os 321.368 registrados no mesmo período de 2006. No Estado, as 65.869 confirmações desse ano também superam em 24% o as 50.027 registradas no ano passado.


Apesar da explosão dos números paulistanos, a coordenadora municipal de Combate à Dengue, Bronislawa de Castro, afirma que o quadro municipal não é endêmico. 'É preocupante, sem dúvida. Mas temos hoje 21 casos em cada 100 mil habitantes. Epidemia só acontece quando são 300 casos nesse mesmo universo de pessoas', justifica.


Divididos por bairros, os distritos periféricos da Cidade são os que mais sofreram com a dengue (veja ao lado). Juvêncio Furtado, secretário da Sociedade Brasileira de Infectologia, afirma que o primeiro passo para evitar a doença é eliminar os criadouros de dentro de casa. 'A estimativa é que 80% dos focos de larvas estejam nas moradias. Sem o apoio da população, não há sucesso em nenhum plano de ação', diz.


E o professor da Unifesp Paulo Olzon avisa: 'A dengue não escolhe classe social. Aparece na piscina, no jardim de inverno e no terreno baldio. Cuidado é dever de todos.'


Fonte: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid66784,0.htm


Infelizmente as ações preventivas de combate à Dengue não estão sendo suficientes. Por mais que os agentes de saúde fiscalizem, orientem à população, a população tem que fazer a sua parte se fiscalizando para evitar que a sua casa se torne um lugar propício para os mosquitos se reproduzirem, colocando em risco à própria saúde e a de milhares de moradores de regiões vizinhas!

A Dengue MATA! Não custa nada estarmos atentos em nossas casas eliminarmos todos os lugares propícios para a procriação do mosquito.


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sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Usar celular por mais de 10 anos 'eleva risco de câncer', diz estudo

Pesquisa sueca avaliou resultados obtidos em 16 estudos ao redor do mundo.

BBC Brasil - BBC


- O uso constante de telefone celular por dez anos ou mais aumenta o risco de câncer no cérebro, segundo uma pesquisa realizada por cientistas suecos e publicado no jornal acadêmico Occupational Environmental Medicine.

O risco é ainda maior, segundo a pesquisa, no lado do cérebro onde o celular é normalmente usado.

Os pesquisadores afirmam que crianças são mais vulneráveis, já que têm um crânio mais fino e o sistema nervoso ainda em desenvolvimento.

O grupo de cientistas da Orebro University, na Suécia, avaliou os resultados de 16 estudos realizados sobre o assunto ao redor do mundo - três dos Estados Unidos, quatro da Dinamarca, um da Finlândia, cinco da Suécia, um da Grã-Bretanha, um da Alemanha e um do Japão.

Desses estudos, onze levavam em conta o uso prolongado do celular por pelo menos dez anos.

Uma associação entre o uso do celular e o desenvolvimento de neuromas do acústico - tumores do nervo auditivo - foi encontrada em quatro estudos.

Em seis estudos, os dados indicaram uma incidência maior de câncer no cérebro.

Levando em consideração todos os estudos avaliados e a exposição à radiação no lado onde o celular é colocado, os pesquisadores suecos chegaram à conclusão de que o uso prolongado do celular aumenta em duas vezes e meia o risco de neuromas do acústico e em duas vezes o risco de glioma (tumor maligno que afeta células do cérebro).

Os cientistas suecos querem uma revisão dos padrões internacionais de controle de emissão de radiação por celulares e outras fontes.

Há três semanas, um estudo apresentado na conferência anual da Academia Americana de Otorrinolaringologia, em Washington, afirmou que usar o telefone celular mais de uma hora por dia pode causar danos à audição. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.


Fonte: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid61784,0.htm


Cada vez mais estudos que indicam que o uso prolongado do celular pode prejudicar à saúde em diversos aspectos.

Claro que para muitos (meu caso) o celular é indispensável. Então o que nos resta é fazer que nem se fala atualmente nos comerciais de cerveja... "use com moderação"!

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Quando é muito difícil manter a calma

Por Eduardo Diório


São Paulo, 11 (AE) - Gente grossa te irrita? Você não suporta quem ri e ronca ao mesmo tempo? Odeia computador lerdo? Detesta bêbado chato? Se a sua resposta foi 'sim' para a maioria destas perguntas, não se culpe. Você não é um chato, um 'mala' que se estressa por qualquer coisa. Tem sido realmente difícil manter a calma, garantem especialistas. "É muito comum ficar irritado hoje em dia. Vivemos numa sociedade que tem um nível de estresse elevado, pois há excesso de barulho, sujeira e agitação. Além disso, nosso estilo de vida, de não ter hora para comer e nem para fazer esportes, compromete a qualidade da saúde mental", diz Ana Beatriz Barbosa Silva, psiquiatra, professora da UniFMU e presidente Associação dos Estudos do Déficit de Atenção (Aedda).

Para consolar a nossa falta diária de paciência, as irmãs Fernanda Bernstein Damião, consultora de empresas, e Rachel Bernstein, advogada, lançaram o divertido livro "Irrita?" (Editora Parma, 143 páginas, R$ 30) - que mostra 360 situações que tiram qualquer mortal do sério - e viraram referência no assunto. "Antes de publicarmos o livro, fizemos uma enquete no nosso site (www.irrita.net) e listamos quase 1.000 histórias que infernizam as pessoas. Pena que não deu para colocar tudo no mesmo livro", lamenta Fernanda. A obra conta inclusive com um teste, para o leitor medir o próprio grau de irritação.

De acordo com Rachel, a mais impaciente da dupla, o livro é um modulador de comportamento. "Se a pessoa faz algo que incomoda e lê aquela situação no livro, percebe na hora que aquilo é extremamente constrangedor e pára de fazer", acredita. Ela também acha que muita gente confunde a pessoa irritada com a mal-humorada. "O mau humor contamina as pessoas e o bom humor contagia."

CONSTANTE OU OCASIONAL? - Cientificamente, existem dois tipos de irritação: a constante e a ocasional. O primeiro caso, segundo a psiquiatra Ana Beatriz , ocorre nas pessoas impulsivas e desafiadoras. "Dá para perceber essas atitudes principalmente nas crianças. Elas esperneiam e não lidam bem com a frustração", explica. Já a irritação ocasional é mais amena e comum. "Qualquer pessoa, independentemente da idade, já passou por uma fase irritante. Geralmente, a pessoa está muito estressada e passando por problemas pessoais. Aí, ela se torna implicante. Mas passa", garante.

A profissional de vendas Marta Azevedo, de 23 anos, assume que integra o time das irritadas constantes. "Mexeu nas minhas coisas eu fico brava. Se ligo para um amigo e ele não atende, perco o controle e telefono sem parar até atender. E, dependendo de como falam comigo, me sobe o sangue e sou grossa mesmo. Minha mãe fala que não dá para conversar comigo."

Se por um lado a 'tolerância zero' de Marta assusta seus amigos e familiares, por outro, há quem tire proveito da situação. "Sempre quando alguém tem um problema, acabo sendo convocada para resolvê-lo. Afinal, sou a mais grossa da turma", dispara.

Tanto para Marta quanto para as pessoas que conseguem manter a serenidade em situações desagradáveis, a psicóloga especialista em análise do comportamento Erika Scandalo recomenda que o ideal é sempre resolver os pequenos problemas no momento em que eles ocorrem, sem deixar para depois. Entretanto, com muita cautela, evitando, assim, desentendimentos. "Mas também é interessante estar ciente de que algumas situações não possuem solução e, por isso, não adianta ficar irritado. Enfrente a situação e evite o descontrole emocional", ensina a psicóloga.

APRENDA A RELAXAR - A solução para os irritadiços constantes também pode estar em um bom tratamento relaxante. A terapeuta holística Adriana Cardoso afirma que as pessoas irritadas estão muito conectadas com os acontecimentos externos e, por isso, precisam buscar alternativas que sirvam para relaxar a mente e acalmar os ânimos. "A respiração e a meditação são práticas ideais para viver a vida de forma prazerosa."

Pelo andar da carruagem, a estudante de jornalismo Marcela Valença, de 25 anos, vai passar a dica da terapeuta para a sua irmã Mariana, pedagoga de 26 anos. "Ela se irrita por pouca coisa. O mais engraçado é que ela não acredita que é estressadinha", caçoa a futura jornalista. "Não me considero uma pessoa irritada. Só fico nervosa quando vejo que algo fugiu do meu controle. Mas já que minha irmã está dizendo, vou passar a reparar nas minhas atitudes", avisa Mariana.

BOXE 1: TESTE SUA IRRITAÇÃO

As irmãs Fernanda Bernstein Damião e Rachel Bernstein passaram meses selecionando centenas de situações que irritam muita gente. A intensa pesquisa virou o livro "Irrita?", que conta com 360 cenas irritantes, mas divertidas. Nele, há um extenso teste que dá para descobrir se você se irrita facilmente ou não. Na seqüência, confira algumas das perguntas para que você, leitor, descubra se é ou não uma pessoa estressada.

- Quando você volta de férias e perguntam se elas foram boas

- Quando a pessoa amada diz que gosta de você como amigo

- Teclar no MSN sem assunto

- Cantar 'Parabéns'

- Quem fuma e não se preocupa com os outros

- Piada sem graça

- Esquecer o que ia falar

- Perder a ponta do durex

- Levar encomenda em viagem

- Ônibus lotado

- O questionamento: "está grávida?"

- Nerd que não dá cola

- Quem pergunta se o seu namorado é o seu filho

- Pessoas falsas

- Quando alguém esconde algo que você precisa muito

- Mensagem da sogra no celular: "Aqui é a mamãe!"

- Mosquito (apenas um)

- Gente inconveniente

- Funcionário puxa-saco

- Falta de cavalheirismo

- Manobrando e alguém ajudando

- Não ter troco

- Chatice!

- Você nervosa e a pessoa calma

- Gente metida a engraçada

- Gente burra

- Pessoa que se faz de vítima

- Quando algum estranho puxa conversa com você

- Jogar toco de cigarro no chão

- O porteiro te usar de serviço de informação

- Apelido

- Alguém bater na porta enquanto você está no banho

- Vassoura quando cai no chão

- Falta de objetividade

- Vendedor de loja que te persegue

- Quem repete o mesmo assunto 100 vezes

- Aquela pergunta do ovo ou da galinha

- Visitar alguém pela primeira vez e a pessoa mostrar a casa

- Pessoas que mastigam com a boca aberta

- Namorado novo

- Gente que vai à Igreja só para olhar as roupas das pessoas

- Formas de gelo sem gelo

- Quem não entende a brincadeira

- Resto do self-service

- Quem come sardinha e arrota caviar

- Legenda rápida

- Inveja

- Gente que fala cuspindo

- Marido que pensa que a mulher é sua mãe

- Quem ama academia

- Pesquisa de rua

- E-mail inútil

- Quem lê extrato no caixa eletrônico

- Gente lerda no trânsito

- Acordar para fazer xixi

- ATÉ 20 RESPOSTAS SIM

Ao que tudo indica, você é uma pessoa extremamente equilibrada, nem muito estressada, mas também nem muito boba. Segundo os especialistas, é a medida certa para a irritação. Mas será que existe medida certa? Lendo o livro e respondendo a todo o teste, será possível tirar essa

dúvida. Não é preciso ficar preocupado.

- DE 20 A 40 RESPOSTAS SIM

Você é uma pessoa bem nervosa, mas uma coisa é certa: está viva! Essa é a parte positiva da sua avaliação. Mas é preciso ficar atento e não deixar que a irritação tome todo o seu tempo. Afinal, pode comprometer a saúde.

- MAIS DE 40 RESPOSTAS SIM

Perigo! Aparentemente, você é puro estresse. Não perca tempo e procure uma forma de relaxar e tirar

toda a tensão que está nas suas costas. Caso contrário, poderá sofrer de problemas cardíacos. Evite pensar

muito no futuro e viva o presente. Procure não se apegar às coisas materiais e trate de cuidar da saúde da mente, com exercícios de respiração e meditação.

FONTE: LIVRO "IRRITA?" DE FERNANDA BERNSTEIN DAMIÃO E RACHEL BERNSTEIN, DA EDITORA PARMA

BOXE 2 - CELEBRIDADES IRRITADIÇAS

- Dado Dolabella já deu banho de cerveja em fotógrafos;

- Carolina Dieckmann vive saindo de cara feia nas fotos;

- Carolina Ferraz também.

- Luana Piovani odeia a imprensa.

- Britney Spears já foi parar até em centro de reabilitação para organizar os pensamentos.

- Antonio Fagundes é o estressado do momento. Ele não agüenta mais fazer tatuagens em 'Duas Caras'.



Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/11102007/25/entretenimento-dificil-manter-calma.html


E você, é uma pessoa irritada?

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